5 Média 22
O que você acha deste autor?
@
@
Para enviar esta mensagem para mais de um(a) amigo(a), separe os endereços de e-mail por virgula. Você também pode adicionar uma mensagem



Maria de Carvalho Leite, a conhecida Maria Dolores no Espiritismo, renasceu em Bonfim da Feira (Bahia) em 10 de setembro de 1901 e desencarnou, vitimada por pneumonia, em 27 de julho de 1958; teve três irmãos e duas irmãs; seus pais terrestres foram Hermenegildo Leite e Balmina de Carvalho Leite.

Maria Dolores, também chamada de Madô e de Mariinha, diplomou-se professora em 1916 e lecionou no Educandário dos Perdões e no Ginásio Carneiro Ribeiro, ambos em Salvador - Bahia; durante sua vida dedicou-se à Arte Poética e foi redatora-chefe, durante 13 anos, da página feminina do Jornal O Imparcial, além de colaborar no Diário de Notícias e nO Imparcial: sua produção poética foi reunida no livro Ciranda da Vida cujos recursos financeiros foram destinados à instituição Lar das Meninas sem Lar.

Casada com o médico Odilon Machado, após anos de sofrimento conjugal, desquitou-se sem ter filhos do próprio ventre; talvez por isso dedicou-se ao Lar das Meninas sem Lar, amparando crianças de outras mães, chegando, inclusive, a abrigar crianças em sua própria casa.

Posteriormente ao desquite e residindo em Itabuna – Bahia, conheceu o italiano Carlos Carmine Larocca, radicado no Brasil, e com ele constituiu novo lar.

Ainda em Itabuna, adotou por filha, em 1936, Nilza Yara Larocca; em 1947 mudou-se para Salvador com o novo companheiro e ajudando-o na administração do Café Baiano e da tipografia A Época, ambos de sua propriedade.

Em Salvador, adotou por filhas Maria Regina e Maria Rita (1954), Leny e Eliene (1956) e Lisbeth (1958).

Maria Dolores foi membro da Legião da Boa Vontade a quem prestou serviços de beneficência, partilhando seus dons de pianista, pintora, costureira e dedicada à arte culinária.

Maria Dolores também foi colaboradora ativa da obra de Divaldo Pereira Franco: em 15 de agosto de 1952 foi fundada a Mansão do Caminho, sendo que algumas das primeiras louças e talheres foram por ela doadas, além de trabalhar voluntariamente na Mansão, incluindo-se a confecção de cartões de Natal, pintados por suas mãos para serem vendidos em benefício daquela Casa.

A partir do ano de 1971 e na condição de espírito livre tornou-se ativa escritora através da mediunidade de Francisco Cândido Xavier: contos em versos, poemas e trovas.

A relação de suas obras individuais recebidas por Chico Xavier e publicadas por várias editoras espíritas do país é a seguinte:
-Antologia da Espiritualidade, publicada pela Federação Espírita Brasileira em 1971;
-Maria Dolores, publicada pelo Instituto Divulgação Editora André Luiz (IDEAL) em 1977;
-Coração e Vida, publicada pelo IDEAL em 1978;
-A Vida Conta, publicada pela Cultura Espírita União (CEU) em 1980;
-Caminhos do Amor, publicada pela CEU em 1983;
-Alma e Vida, publicada pela CEU em 1984;
-Dádivas de Amor, publicada pelo IDEAL em 1990.

Em várias obras mistas, em prosa e verso, de Chico Xavier existem dezenas de produções poéticas de Maria Dolores, sobretudo com temáticas para o Natal e dia das Mães: escreveu o livro mediúnico Somente Amor em parceria com o espírito MEIMEI e publicado pelo IDEAL no ano de 1978.

Em vários livros psicografados por Chico Xavier tem-se o acerco de 18 trovas escritas por Maria Dolores:
–duas em Chão de Flores, publicado pelo IDEAL em 1975;
-uma em Notícias do Além publicado pelo Instituto de Difusão Espírita (IDE) em 1980;
–uma em Praça da Amizade, publicado pela Cultura Espírita União (CEU), em 1982;
–uma em Recados da Vida, publicado pelo GEEM em 1983;
–três em Os Dois Maiores Amores, publicado pela CEU em 1983;
-uma em Sementes de Luz, publicado pelo IDEAL em 1987;
–duas em Roseiral de Luz, publicado pela União Espírita Mineira em 1988;
–duas em Pétalas da Primavera, publicado pela União Espírita Mineira em 1990;
-uma em Fulgor no Entardecer, publicado pela União Espírita Mineira em 1991;
–uma em Uma Vida de Amor e Caridade publicado pela Editora Fonte Viva em 1992;
–três em Preito de Amor, publicado pelo Grupo Espírita Emmanuel S/C Editora (GEEM) em 1993.

De 1971 a 2002 foram trinta e um anos em que Maria Dolores esteve associada ao mandato mediúnico de Chico Xavier: suas obras mediúnicas e individuais ultrapassam o número expressivo de 180 mil exemplares vendidos.

Prefaciando suas obras mediúnicas individuais, o espírito Emmanuel assim qualifica Maria Dolores: "denodada obreira do Bem Eterno", "intérprete de Jesus", "alma abnegada de irmã", "irmã querida", "poetisa da vida", "Mensageira da Espiritualidade", "devotada Seareira do Bem", "irmã e companheira nas tarefas da Vida Maior", "nossa irmã e benfeitora", "Poetisa da Espiritualidade Superior".

As criações poéticas de Maria Dolores, sob as formas de poemas e trovas, não fazem apologia da arte pela arte; pelo contrário, sua finalidade político-pedagógica é traduzir observações e vivências na "exaltação do Bem sob o patrocínio de Jesus" e contribuir para a sublimação dos sentimentos humanos.



Recomende este autor

"A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação."

Chico Xavier & Emmanuel

Vídeos de Maria Dolores vídeos



Textos de Maria Dolores textos

Carregar mais textos de Maria Dolores


Judas Socorrido por Jesus
Escuta, alma querida!
Prece de Aceitação
Quando me Dizes Não
Prece de Aceitação
Quando me Dizes Não
Escuta, alma querida!
Deus de Eterna Bondade
Judas Socorrido por Jesus
Prece de Aceitação
Quando me Dizes Não
Escuta, alma querida!
Deus de Eterna Bondade
Judas Socorrido por Jesus
Prece de Aceitação


Deixe seu comentário!