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Devemos ensinar às crianças que as palavras por favor e obrigado podem abrir muitas portas, e que o respeito ao próximo é fundamental para que eles sejam igualmente respeitados.

O valor de dizer “obrigado” a tratar o próximo com respeito, o uso de “por favor” nos nossos pedidos ou interações com aqueles que nos rodeiam é um ato de nobreza e que precisa ser transmitido para as crianças.

É bem possível que tu mesmo sejas “daquela geração”, em que foi ensinado que é fundamental tratar as pessoas com respeito, e que é necessário lidar com afeição, para que, por sua vez, também sejas tratado com reconhecimento e respeito.

É essencial incentivar tais hábitos aos nossos filhos, para que no seu dia a dia, não só eles sirvam de exemplo, mas também incentivem ambientes sociais a se tornarem mais respeitosos e criar, assim, um amanhã mais íntegro.

Pois, acredites ou não, pequenos gestos criam universos inteiros.

O poder de agradecer, um gesto que devemos transmitir aos nossos filhos.

Agradecer, dizer "bom dia" ou pedir as coisas com um "por favor" são gestos de cortesia.

Acreditemos ou não, é uma maneira de fazer com que os nossos filhos pensem e deixem o habitual egocentrismo infantil, normal na infância, para que reconheçam os outros e as suas necessidades. Isso é algo que deve acontecer o mais cedo, no possível a partir dos 6 anos.

As crianças seguem um mesmo desenvolvimento no que se refere à consciência de respeito, padrões e reconhecimento do outro.

Durante a primeira infância, entre 2 e 5 anos, a criança é regida apenas por recompensas e punições. Ela entende que existem regras impostas que ela deve obedecer para ganhar carinho e para evitar bronca ou punição.

A segunda infância é, sem dúvida, a idade de ouro. Entre 6 e 9 anos a criança deixa gradualmente de lado o egocentrismo individualista.

E então, entre 8 ou 10 anos, a criança já é capaz de entender a noção de comunidade, o respeito que ela deve oferecer aos outros e que isso tudo será retribuído para ela mesma.

É comum nesta faixa etária que ela saia em defesa de seus amigos e irmãos; a criança torna-se consciente da justiça.

Aos poucos, e mais próximo da chegada à adolescência, elas desenvolvem uma “auto justiça” sendo crítico, uma vez que já são capazes de considerar o que é desrespeitoso ou o injusto.

Gestos de cortesia para permitir que se conectem melhor com o mundo.

Quando alguém oferece a uma criança de quatro anos de idade um presente, é comum que os pais falem “o que se diz agora?”, e a criança, quase com relutância e silenciosamente, diz ao outro “obrigado”

Não importa se temos que repetir muitas vezes: chegará um momento em que será automático, sem que ela se dê conta.

Quando pede com um “por favor” algum material em sala de aula, ela pode descobrir um colega que lhe oferece o item com sorriso. Por sua vez, ao dizer “obrigado”, a outra criança irá responder de forma simpática.

Tudo isso promove conexões poderosas com base em emoções positivas.

Esta transição entre agradecer com obrigatoriedade e o ponto em que a criança o faz espontaneamente e com simpatia é um processo maravilhoso que irá reverter positivamente na sua vida.

Os gestos positivos fornecem aconchego, pois tratar o próximo com respeito torna as coisas mais fáceis.

Objetiva-se propiciar uma educação baseada no reforço positivo, na necessidade de dizer obrigada, de pedir por favor, de ser paciente e de respeitar os ritmos e os tempos das crianças na hora de transmitir o conhecimento.

A teoria do apego defende que a emoção positiva tem mais poder do que a negativa. Os nossos cérebros procuram sempre esse tipo de estímulo para sobreviver e adaptar-se melhor.
Portanto, quando a criança descobre que dar bom dia, que pedir por favor e agradecer lhe proporciona benefícios e um tratamento positivo, nunca irá deixar de fazê-lo.

Vale a pena ter isso em conta.

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"A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação."

Chico Xavier & Emmanuel





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