por Carmem Paiva de Barros
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Ninguém sensibilizou tantas almas no mundo terreno, em tão pouco tempo, como fez Jesus no curto período de três anos em seu difícil ministério de amor ao próximo.

O exemplo magnânimo do humilde Galileu superou o tempo milenar, despertando consciências espirituais com a sua doce e irresistível influência moral.

Nem mesmo Barrabás, com a sua rebeldia e o seu cinismo tão vulgarizados, resistiu ao convite do sublime amigo para edificar, no mundo dos homens intransigentes, um reino de paz e fraternidade.

Jesus nos ensinou como sensibilizar a alma humana não só com parábolas, mas também através de ações pessoais e efetivas, direcionadas ao bem e em favor dos mais necessitados de tudo.

Ele deixou-se imolar na cruz humilhante dos governantes despóticos, sem nada reclamar, por profundo amor e inigualável obediência à vontade de Deus, nosso Pai.

O irmão e amigo espiritual mais confiável de toda a humanidade, deixou para todos nós lições incontestáveis que servirão de alavancas de ascensão moral, em nossos repetidos estágios de aprendizado terreno.

No entanto, em pleno limiar do Terceiro Milênio, ainda somos flagrados em contendas filosóficas e religiosas inúteis, desprovidas de bom senso e de racionalidade.

A lição maior que Ele nos ensinou - "Amai-vos uns aos outros como vos amei"- parece esquecida em meio a um emaranhado de conquistas pessoais efêmeras, que sempre se transformam em graves obsessões ao toque nefasto do orgulho e do egoísmo.

Jesus até hoje tenta nos influenciar com o seu amor incondicional.

Nós ainda relutamos entre segui-Lo e continuar iludidos na busca neurótica de dinheiro, prazer e poder.

Carmem Paiva de Barros

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Chico Xavier & Emmanuel





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