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O desafio do materialista:

Durante uma seção espírita, um participante diz: - Peço licença para uma breve intervenção, se possível.
Bezerra, eu continuo ateu e, não somente por meus colegas mas também por mim, venho convidá-lo à um debate público a fim de provarmos a inexpugnabilidade do materialismo contra as pretensões do espiritismo e devo prevenir vocês que o materialismo já levantou extensa lista de nomes de médiuns fraudulentos, de ilusionistas que operam em nome de poderes imaginários.
Daqueles que largaram o suposto das forças psíquicas e fizeram declarações quanto às mentiras piedosas de que se viram envoltos.
Dos chamados sensitivos que reconheceram seus enganos e desertaram das fileiras espíritas.
E, juntamente com esta relação, apresentaremos outro rol de nomes que o materialismo também levantou. Nomes dos experimentadores que provaram a inexistência da comunicação com os mortos.
De sábios, que não puderam verificar as factícias ocorrências da mediunidade.
De observadores desencantados de qualquer testemunho de sobrevivência.
De estudiosos, ludibriados por vasta súcia de espertalhões.
Esperamos que você e os espíritos aceitem o repto.

Resposta de Bezerra:

- Sim, meu irmão, se é que posso chamá-lo meu irmão.
Aceitamos o desafio, desde que o irmão traga para o debate um infortunado que o materialismo tenha soerguido moralmente no mundo, um mal feitor a quem a dignidade humana tenha sido devolvida, um infeliz a quem o materialismo tenha restituído o riso, a alegria de viver.
Os desesperados da alma, a quem tenha sido restituído a paz do coração.
Aqueles irmãos nossos que a morte levou seus entes mais queridos e insresvelados na dor, será que o materialismo acenou para eles com alguma esperança?
As mulheres afortunadas ou desafortunadas, perdidas na vida, o materialismo devolveu a elas o equilíbrio, a serenidade, a paz?
E aqueles que, sem rumo, sem bússola na vida, que foram arrancados das portas do inferno pelo materialismo...
Acontece isso, meu irmão?
E aqueles, nossos mais queridos irmãos cuja morte arrebatou seus seres mais queridos e que envoltos na dor, será que o materialismo acenou para eles com esperança?
E as viúvas, órfãos... Será que o materialismo apontou para eles a esperança também, para que não desfalecessem de dor, de desespero ante as cinzas do tumulo?
Aquele que não perdoa, foi ensinado pelo materialismo a perdoar?
E os nossos semelhantes, que vieram do berço cego, mudos, paralíticos, deformados. Será que o materialismo ensinou a eles a serenidade, a resignação para que enfrentassem com paciência, com compreensão, com justiça, o quinhão de lágrimas que a eles a vida reservou?
Ah... amigo, se você conhecesse a lei de causa e efeito, a lei de reencarnação...
E eu lhe pergunto ainda: - O suicida, aquele que tem essa idéia fixa na mente, o materialismo teria tirado de sua cabeça este ato que é considerado o crime mais afrontoso ao criador?
O materialismo esvai-se.
O materialismo não preenche a existência.
O que fica é um vazio existencial.
O que fica é um vazio espiritual.
Traga-me irmão um só ser desventurado que o materialismo tenha tirado do cipó de sofrimentos neste planeta de expiação e nós espíritas, aceitaremos o repto.

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"A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação."

Chico Xavier & Emmanuel






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