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Havia um fazendeiro muito trabalhador e muito rico. Ele tinha dezenas de abastadas fazendas, milhares de cabeças de gado, centenas de cavalos de raça, muitos empregados. Mas, a sua grande preocupação era com seu único filho, que ao contrário do fazendeiro não gostava de trabalhar. Vivia apenas em festas, farras, churrascadas, seguido e bajulado por um grupo de “amigos”.

O pai advertia-o que aquelas pessoas só estavam do lado dele por interesse e que não eram amigos de verdade. O homem também o aconselhava a se preparar para administrar com sabedoria todos os bens que herdaria.

Mas, as palavras entravam por um ouvido e saíam pelo outro e o rapaz continuava a fazer exatamente tudo aquilo que o pai dele pedia para ele não repetir. Foi então que o homem resolveu mandar construir um celeiro na fazenda principal. E nesse celeiro ele mesmo forjou uma grande forca. No chão, ele escreveu em grandes letras a frase: “para eu nunca esquecer os conselhos do meu pai”.

Ele chamou o filho e o levou ao celeiro e disse que já sabia por inteiro o destino do filho depois que morresse. Ele não saberia administrar os bens herdados, contrairia vultosas dívidas, seria ignorado pelos antes amigos e começaria a se desfazer de cada uma das coisas que ele recebeu. Quando chegasse esse dia, o pai pediu que ele fosse ao celeiro e usasse a forca. O rapaz ficou muito assustado por um tempo, mas depois voltou a se comportar tão dissolutamente quanto antes.

O fazendeiro morreu. E ele estava certo. O filho não sabia administrar o que herdou. Meteu-se em muitos negócios que pareciam lucrativos mas se revelaram estúpidos, contraiu dívidas, viu sumir os amigos e começou a vender os bens que possuía.

Quando só restava-lhe o celeiro, resolveu atender ao desejo do pai. Foi até a forca. Pôs a corda no pescoço e desejou: “Perdão, pai... Ah! Se eu tivesse uma segunda chance”. E se atirou..

Descobriu que a forca era oca. De dentro dela caíram muitas pedras preciosas: diamantes, esmeraldas, rubis, etc.

No meio das joias valiosas, um papel com a letra do pai: “Eu o amo muito. Aproveite bem essa segunda chance”.

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"A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação."

Chico Xavier & Emmanuel





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