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Eu tive pólio que é a paralisia infantil aos 10 meses, fiquei paralítica aos 2 anos, fui muito doente fisicamente, fui muito rejeitada, ninguém acreditava em mim, eu tinha que lutar para provar que eu era capaz de fazer as coisas... toda a hora eu escutava meus pais dizerem "ih dessa vez essa menina vai!" e a menina esta aqui com 85 anos e não sei quando é que eu vou ainda, la em Belo Horizonte onde eu nasci, a única aleijada que nos conhecíamos era eu... Eu achei que Deus confiava em mim para alguma coisa, e essa certeza não me deixou acreditar nas três frases que eu mais escuto na vida:

- Você não pode!
- Se você não fosse assim!
- Quando você melhorar!

Se eu quisesse eu não faria nada na vida, ninguém ia me cobrar, eu não podia, se eu não fosse assim... eu sou assim... quando melhorar, "hum" nunca melhorei... cada vez eu to pior.

Essa garra me fez que eu não acreditasse na minha mãe quando ela dizia que eu jamais me casaria... "Minha filia que rapaz vai te namorar com essas pernas tortas, que marido vai querer uma esposa aleijada" e logo em seguida chegaram cartaz dos médicos que me acompanhavam e meu pai me mostrou uma delas: "O coração dela é grande do lado direito, a coluna é em forma de interrogação, a bacia é toda torta a perna direita nao tem musculatura pra baixo a esquerda pra cima, se tentar ter filho vai morrer no parto..."

Eu casei com Paulo, fomos casados por 56 anos, e seis milagres aconteceram, seis filhos nasceram... Nasceu o Paulo Elis, que faria agora 67 anos, faria... ele faleceu a 7 anos atrás, nasceu Avelina, a Virginia Helena, que eu perdi 10 dias depois que eu completei 21 anos, nasceu o Luiz Alberto, nasceu a Virginia Tereza, que me deu problema... e apesar dos médicos dizerem que eu jamais poderia ter filhos, 10 anos depois eu tive um temporão.. tenho 9 netos e 8 bisnetos....

Depoimento de Virgínia D. Carneiro

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Chico Xavier & Emmanuel





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