por por Carlos Baccelli
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Falando de seus supostos privilégios espirituais, na companhia permanente dos Bons Espíritos, Chico considerou:
— "Meu filho, eu não sei quais são os meus privilégios perante os Céus, porque fiquei órfão de mãe aos cinco anos de idade; fui entregue à proteção de uma senhora que, durante quase dois anos, me favorecia com três surras de vara de marmelo por dia.
Posteriormente, empreguei-me numa fábrica de tecidos aos oito anos de idade e nela trabalhei quatro anos seguidos, à noite, estudando na escola primária durante o dia. Não podendo continuar na fábrica, empreguei-me como auxiliar de cozinha, balcão e porta, num pequeno empório, durante mais quatro anos. Em seguida, empreguei-me numa repartição do Ministério da Agricultura, na qual trabalhei 32 anos, começando da limpeza da repartição, até chegar a escriturário, em cuja função me aposentei.
Quando criança, sofri moléstia de pele; fui operado no calcanhar, onde me cresceu um grande tumor; sofri dos 12 aos 15 anos de Coréia, ou "mal de São Guido"; fui operado em 1951 de uma hérnia estrangulada; acompanhei a desencarnação de irmãos que me eram particularmente queridos em família; sofri um processo, em 1944, de muitos lances difíceis e amargos, por causa das mensagens do grande escritor Humberto de Campos.
Em 1958, passei por escandalosa perseguição com muitos noticiários infelizes da imprensa. A perseguição foi de tal modo intensa, que me obrigou a sair do campo reconfortante da vida familiar em Pedro Leopoldo, onde nasci, transferindo-me para Uberaba, em 1959, para que houvesse tranquilidade entre os meus familiares, que não tinham culpa de eu haver nascido médium.
Em 1968, fui internado no Hospital Santa Helena, de São Paulo, para ser operado de uma cirurgia de muita gravidade e agora agravou-se em mim o processo de angina, com a qual estou lutando muito".
Do livro " As Bênçãos de Chico Xavier " – Carlos Baccelli - Item 46

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"A maior caridade que podemos fazer pela Doutrina Espírita é a sua divulgação."

Chico Xavier & Emmanuel







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